Archive for the ‘Nostalgia’ Category

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Dhuo: seis anos de muito sucesso!

julho 10, 2009

Sempre comentei aqui e em minhas andanças sobre pessoas, objetos e marcas que amo e sigo fiel à elas. Muitas foram as vezes que falei de Alexandre e minha devoção às suas caveiras; Lino e seu barroco; Ronaldo Fraga e Sommer pelo universo lúdico que povoa a minha mente e Samuel Cirnansck pela feminilidade de suas roupas. Mas nunca falei tanto de uma marca como falo da Dhuo e isso nada tem a ver com o fato de ter me tornado o editor da mesma.

2O primeiro DhuoDrops, quando o H ainda não fazia parte do nome da marca!

Fui o primeiro blogueiro a comentar sobre as camisetas-panfleto que tanto sucesso fizeram na internet. E olha que isso já mais de cinco anos. Sinto-me um fiel escudeiro, um marinheiro audaz que, enfim, encontrou um porto onde atracar su navio. E esse porto, ainda bem, atende pelos nomes de Giuliano Mazeti e Leonam Dantas, que acreditaram na minha capacidade de transformar poesia em textos incendiários no blog de sua label.

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Hoje, 10 de julho de 2009,a Dhuo completa seis anos e me orgulho muito de fazer parte dessa trajetória já tão discutida aqui, de ter participado de momentos de pleno gozo para a marca que em 2003 apenas tinha como objetivo chamar a atenção de um público alternativo com camisetas abusadas.

verão 2009Verão 2009

Onde eu ía levava seu nome e continuo fazendo isso. Muito me emociona o fato de ter apresentado Dhuo a parceiros leais, como Preta Nascimento e Alexandra el Ghaoui, da loja uÓ do borogodÓ, que também acreditaram em mim e no grande poder de persuasão que a etiqueta tem.

4Jonas Maniezo, de top bofe a Representante Comercial. Na Dhuo é assim, a gente cresce!

Vestir Dhuo sempre foi um prazer. E hoje é a minha grande marca. É um vestir que acompanha o meu dia-a-dia, que aparece nas fotos que eu tiro, nos convites que recebo e que até engrandece os lugares onde frequento. E esse texto vem na hora certa, de uma maneira displicente e que só serve para afirmar que eu sempre tive razão e feeling, afinal, crescer mais de 300% em seis anos e estar na boca do povo não é qualquer um que consegue.

000Inverno 2009. A mais emocionante das coleções!

Mas, parafraseando Vinicius, “eu estou só começando”… e a Dhuo segue firme na estrada do sucesso!

BLOGGGG

PARABÉNS, Giu e Leo.

por Daniel Amarhal
Fotos: acervo pessoal Dhuo (Tk’s!)

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Michael is in the air!

junho 27, 2009

Semana agitada essa, não?

Abomino um clichê, mas é impossível passar batido (mesmo com o coração sentindo a perda de uma avó emprestada!) à morte de Michael Jackson.

michael

Quando li os comentários dos amigos no Facebook corri até a primeira página da Uol para ter certeza. Li no NYT, mas a vinheta do Jornal Nacional noticiava que ainda não era certa a notícia. Daí eu até respirei.

Mas uma profusão de vídeos do astro era linkada a todo instante no site de relacionamentos. Pessoas inconformadas com a brutalidade do fato. Confesso uma certa irritação. Afinal, MJ quase nunca era citado por lá. Bastou morrer para virar santo? _eu pensei…

Daí é que me enganei. Um mito nunca morre! E Michael Jackson fez parte da adolescência e descoberta de muitas pessoas, inclusive da minha. Nasci um ano depois de seu maior sucesso de vendas, Thriller, ser lançado e me recordo de quando meu irmão colocava o video e/ou o disco para tocar e eu corria de medo daqueles zumbis.

thriller

Vivi uma adolescência regada a Spice Girls, No Doubt, Aerosmith, Bon Jovi, Titãs Acústico MTV, muito Jagged Little Pill de Alanis e Malandragem de Cássia Eller. De Madonna eu ouvia só os clássicos, mas gastava fortunas com revistas importadas quando ela era a capa; meu vídeo preferido até hoje é The power of goodbye, que nem é tão classuda assim, mas… Depois desse, a musa, para mim, não tem mais a mesma importância… mas isso é assunto para outro post!

Michael Jackson nunca foi motivo de comentário algum de minha parte. E não porque eu não gostasse dele. Sempre fui tão ligado à música brasileira que numa fase de vício da Mtv eu mudava de canal quando qualquer foreign sound começava. Mas algumas coisas, ainda assim, eram eternas. Caso da imagem de MJ cantando Black or white.

Amava quando começava o clipe e eu aumentava a Tv até o último volume para dançar com ele. Era tão intensa a minha dança que em pouco menos de 5 minutos eu estava todo suado e cansado… porém, com o espírito evoluído e atingindo um grau de malemolência que nem quando eu frequentava baladas até as sete da manhã eu conseguia…

Michael se foi. Fez, sim, coisas inacreditáveis. Mas eu hoje prefiro lembrar daquele cara negro, de calças pretas com meia branca, que dançava muito e que, certamente, nunca mais vai alegrar multidões!

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Que sua dança alegre os céus e que sua música seja sempre uma lembrança boa no coração de seus fãs.

por Daniel Amarhal
Foto: divulgação!
Fonte/vídeo: Youtube